O cara da informática

Ele entende de computadores mas não é nenhum robô!

Arquivos da Categoria: O difícil dia-a-dia do “cara”

Reforço às ações

Muito Bem,

Meu nome é Mauro Oliveira e eu me uno as forças desse blog com o objetivo de falar sobre diversos temas, mas principalmente sobre hardware e relações de trabalho. Mas também posso falar sobre as dificuldades e problemas de todos os profissionais da informática, assim como os seus problemas também

o Gabriel está meio ocupado com suas novas atribuições, e enquanto ele se ocupa, vamos seguindo o blog

voltarei logo logo com uma série sobre dicas de hardware, porque a grande maioria das pessoas, sempre pede ajuda, porque acaba ou gastando dinheiro sem necessidade, ou é iludido por vendedores de loja que te vendem lixo, como se fosse uma senhor equipamento

até mais

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Retratação

Olá, meus caros amigos.

Estou aqui hoje para me retratar, me desculpar por estar ausente ultimamente. Infelizmente, não foi possível escrever para vocês nestas últimas semanas, as minhas tarefas obrigatórias não têm me permitido isso. Mas essa ausência é somente temporária e, se depender de mim, tão curta quanto possível.

Em breve estaremos de volta com as continuações das séries em andamento e com novidades interessantes. A todos que nos prestigiam, minhas desculpas e agradecimentos pela paciência.

Gabriel Oliveira.

O cara da informática come – Tirinha meme

O cara da informática dorme – Parte 2

Artigos anteriores da série:

O cara da informática dorme – Parte 1

E quando nem os sonhos te dão sossego?

No começo do ano passado, o website da empresa onde eu trabalhava foi totalmente reformulado, seguindo os padrões do W3C para XHTML 1.0 e CSS 2.1. Coloquei no ar uma versão beta, totalmente funcional, mas com alguns ajustes de lay-out por fazer. Não que houvesse falhas no lay-out, mas algumas soluções usadas eram ainda provisórias, até que o dono da empresa se decidisse pelo que realmente queria em alguns pontos .

Depois de algumas semanas no ar, o patrão informou que não estava satisfeito com a forma de exibição das imagens nas páginas. Não havia nada de errado, tecnicamente falando, mas para visualizar a foto inteira (e os botões de avançar e voltar, que ficavam logo embaixo da mesma, na versão beta), era preciso “subir” um pouco a tela, girando o scroll ou movendo a barra de rolagem vertical. Ele tinha razão em querer mudar isso, afinal é cansativo ficar “subindo” a página foto por foto, ainda mais quando o álbum é muito grande.

O problema era o tempo disponível para fazer a mudança: o patrão queria que fosse imediata. Obviamente isso não era possível, até porque eu tinha de pensar sobre o método que eu iria utilizar para resolver o problema. Depois de algumas horas pesquisando por soluções, cheguei à conclusão de que a melhor solução era utilizar uma fancybox (http://fancybox.net/). Trata-se de um programa JQuery que exibe as imagens dentro de um quadro sobreposto à página, com várias opções de ajuste, já vem pronto (é só baixar o pacote de arquivos e fazer os devidos ajustes nos códigos para adequá-lo às suas páginas) e pode ser personalizado. O problema é que ele exige algumas mudanças em seus códigos para funcionar dentro das páginas e de um “gatilho” para acioná-lo dentro do código da página onde será exibido. Eu não sabia nada a respeito de JavaScript (e muito menos de JQuery, que é escrito sobre Javascript). Daí começou a batalha.

Passei os próximos dias estudando JavaScript, JQuery e o funcionamento da Fancybox. O patrão, me cobrando por uma solução. Em casa, passava grande parte do tempo trabalhando no problema e, quando conseguia dormir, sonhava constantemente com códigos e mais códigos. Obviamente, nada do que eu sonhava tinha algum sentido, era somente um monte de códigos embaralhados na minha mente, quando eu acordava. O pior de tudo era que, como o trabalho me perseguia até quando eu supostamente deveria estar descansando, eu acordava ainda mais cansado do que no dia anterior, normalmente com uma baita dor de cabeça… e com um problema para resolver…

O cara da informática dorme – Parte 1

“O CARA DA INFORMÁTICA dorme. Pode parecer mentira, mas O CARA DA INFORMÁTICA precisa dormir como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem celular e telefone em casa, ligue só para o escritório”

E quando é o próprio pessoal do escritório que não te dá sossego?

Há cerca de dois meses atrás, foi iniciada uma reforma na matriz de uma empresa de engenharia da qual eu era o gerente de TI. Como o pessoal reclamava demais da rede wireless, eu propus um projeto para aproveitar a reforma e implantar uma rede estruturada, o que melhoraria o tráfego de dados e acabaria com as interrupções constantes no sinal.

O projeto não serviu de nada. Todo dia havia alterações por parte do patrão, no número de pontos, posicionamento dos mesmos, infra-estrutura de suporte, etc. Por fim, joguei o projeto no lixo e improvisei, me adaptando às constantes mudanças (que me irritavam por demais, pois não levavam em conta as viabilidades técnicas e a sua utilidade prática). Muitas delas serviam somente pra tornar a estrutura mais complexa e menos flexível, mas o patrão não estava muito preocupado com isso. Eu tinha de me virar.

A implantação dessa rede foi tão problemática que me perseguia nos meus sonhos (ou pesadelos) nas poucas horas que conseguia dormir. Meu tempo era muito curto e, pra piorar, tinha de dividi-lo com outros profissionais trabalhando na reforma, o que atrasava ainda mais o processo. Constantemente saía de lá já na madrugada do dia seguinte. Até que, em um determinado dia, eu tive de virar a noite e ficar o outro dia todo, até a madrugada outra vez, completando 44 horas seguidas trabalhando. Tudo para me adequar ao cronograma da obra. Morto de cansado, louco por um banho e com fome, fui pra casa. No começo da manhã do dia seguinte, o patrão liga do escritório cobrando a minha presença e dizendo que não importava quando tempo eu estive acordado e trabalhando sem parar, eu teria muito tempo pra dormir depois…

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